segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Trabalhadoras e trabalhadores britânicos da saúde entram em greve
Nesta segunda-feira (13) milhares de enfermeiros, auxiliares e pessoal de ambulâncias somaram-se à primeira greve em 30 anos do setor de saúde britânico em reivindicação de aumento salarial, convocados por centrais sindicais.
Os dirigentes sindicais acordaram manter em funcionamento os serviços de emergência, destacou a rede pública de rádio e televisão BBC.
Meios de comunicação locais denunciaram as tentativas do governo do premiê conservador, David Cameron, de privatizar o Serviço Nacional de Saúde, considerado uma das joias do estado de bem-estar do Reino Unido.
A paralisação das atividades foi organizada por sete sindicatos do setor na Inglaterra e por dois na Irlanda do Norte.
O Exército e a Polícia indicaram que ajudariam na atenção de casos de urgência médica durante a greve, declara a BBC.
A redução ou eliminação de subsídios ao setor da saúde faz parte dos planos de austeridade do executivo de Cameron desde sua chegada ao poder em maio de 2010.
Retirado daqui
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Ébola: crónica de un despropósito anunciado
"La enfermera infectada se enteró de que tenía ébola... ¡leyendo prensa digital en el móvil!"
La auxiliar de enfermería infectada por ébola se enteró de que estaba contagiada de ébola a través de los medios de comunicación, según ha afirmado ella misma en una entrevista telefónica concedida al programa de televisión Las Mañanas de Cuatro, dirgido por Jesús Cintora.
La mujer supo de la enfermedad que padecía a través de su teléfono móvil, al ver en las noticias que la prueba que le habían realizado había dado positivo. Es decir, el gobierno informó antes a la prensa que a la propia afectada. Es el colmo del despropósito.
"No quisieron darme los resultados y después de verlo en el móvil, yo ya no quise preguntar", ha dicho la mujer. "No hace falta preguntar nada cuando te meten en una cápsula de aislamiento". Además, la sanitaria asegura que ninguna autoridad ha hablado con ella.
Estamos en manos de auténticos ineptos, altamente peligrosos para la salud pública.
Original
Coordinadora Antiprivatización de la Sanidad: Lo ocurrido es en parte resultado del proceso de deterioro, desmantelamiento y privatización de la sanidad, que se viene realizando ininterrumpidamente desde 2005
«Ahora podemos añadir lo siguiente:
1º El desmantelamiento de la planta sexta, en la que se ubicaba el centro de referencia para emergencias epidémicas, supuso la dispersión de todo el personal sanitario debidamente formado y entrenado en la aplicación de protocolos para el adecuado tratamiento y aislamiento de enfermedades de alto riesgo de contagio. De todo el citado personal, sólo queda ahora una enfermera en turno de mañana y otra en el de tarde.
2º La planta sexta se abre para ingresar al primer paciente de Ébola tras impartir al personal sanitario un curso de menos de una hora en el que se explicaba como ponerse y quitarse el traje. Tras el ingreso del segundo enfermo se imparte otro curso de la misma duración en el que se añaden algunas nociones acerca del manejo de residuos.
3º Dado que se desconocen exactamente los mecanismos de transmisión – y, por ejemplo la distancia a la cual una gota de saliva puede ser o no contagiosa, los protocolos internacionales aconsejan las más altas medidas de aislamiento-. Los trajes de aislamiento que está utilizando el personal sanitario son los de “riesgo biológico 3”, menos herméticos – porque están fabricados con material más poroso y en los que las gafas no están selladas con el gorro - que “los de riesgo biológico 4” usados en otros países.
4º Por las mismas razones, en otros países se han establecido protocolos para el seguimiento de las personas que han estado en contacto con los enfermos debe ser estricto durante los 21 días del periodo de incubación de la enfermedad, a quienes no se les permite, por ejemplo, irse de vacaciones.
5º Denunciamos que la Unión Europea, ante la epidemia de Ébola en países ricos en materias primas y pobrísimos en recursos sanitarios – lejos de enviar ayuda – a lo que se ha dedicado es a blindar aún más sus fronteras ante la población inmigrante. Más vergonzosa aún, si cabe es la decisión de EEUU de enviar 3.000 soldados – sin experiencia sanitaria documentada- para “combatir la epidemia”. Ante tanto cinismo y menosprecio de la vida de las personas por parte de las grandes potencias, destaca la decisión de Cuba – un país pobre de once millones de habitantes – de enviar 165 médicos a Sierra Leona.
6º Ante una epidemia de la gravedad de ésta y que ha saltado ya a Europa y a EE.UU., llama poderosamente la atención que no se hayan publicado estudios pormenorizados sobre el foco inicial de una infección tan virulenta y letal. Apuntamos al respecto la coincidencia de este brote epidémico con la existencia de un laboratorio en el hospital de Kenema, en Sierra Leona, que estaba trabajando sobre el virus del Ébola y que colabora con el Instituto de Investigación Médica de Enfermedades Infecciosas de la Armada de EE.UU, sobre armas biológicas.[2]
Desde CAS Madrid exigimos la depuración inmediata de responsabilidades entre todos los políticos y gestores que han tomado las decisiones de repatriar a los pacientes infectados, así como de gestión de la atención, hechos que han puesto en riesgo gravemente la salud de trabajadores y población, por lo que la única postura decente sería reconocer sus errores y presentar la dimisión.
Por otra parte, nos reafirmarnos en nuestra denuncia de que lo ocurrido es en parte resultado del proceso de deterioro, desmantelamiento y privatización de la sanidad, que se viene realizando ininterrumpidamente desde 2005 en esta comunidad autónoma, y que pese a informaciones interesadas, en ningún momento se ha paralizado. (...)»
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Por todo o país há falta de enfermeiros, o resultado é trabalhar mais e/ou fechar serviços...
1. Por todo o País há unidades com falta de profissionais qualificados. A solução é trabalhar mais ou ter menos doentes Dois doentes críticos a precisar de ventilação não tinham vaga na unidade de cuidados intensivos do Hospital Garcia do Orta, no domingo. A solução, para o doente do foro cardíaco e outro com problemas respiratórios, foi ficar em camas ligadas ao serviço de urgência, um deles com recurso a um ventilador portátil.
Os cuidados e a segurança nesta unidade não são as mesmas, mas a falta de enfermeiros obrigou ao fecho de duas das oito camas de cuidados críticos. Todo o País se depara com falta de camas nos cuidados intensivos e sobretudo de profissionais qualificados. No Garcia de Orta, o fecho foi a solução mais acertada perante riscos de segurança e qualidade da resposta, dizem vários especialistas. Mas há hospitais onde isso se tem evitado com médicos a fazer vários turnos de 24 horas e os enfermeiros turnos sucessivos. Uma sobrecarga que também ela pode afetar os cuidados e trazer riscos.
daqui
2. Relativamente ao problema da saúde mental, os responsáveis (os coordenadores do Observatório Português dos Sistemas de Saúde - OPSS) mostraram-se particularmente preocupados com a falta de recursos humanos para cuidar destes doentes e com o tempo de espera entre o aparecimento dos sintomas e o início dos tratamentos.
O tempo que medeia o início dos sintomas, a primeira consulta e o começo dos tratamentos "está acima de todas as médias europeias" e está a aumentar, disse, considerando este um dado de "enorme importância que precisa de ser considerado".
Ana Escoval apontou ainda o facto de os hospitais serem financiados em função do número de camas, ficando sem meios para fazer o acompanhamento domiciliário, os tratamentos na comunidade.
Para ilustrar a falta de recursos humanos nesta área e a incapacidade de contratar alguém, a mesma responsável contou que num hospital do Norte foi dada ordem para encerrar o serviço de psiquiatria no mês de Agosto.
O serviço só não fechou, porque os profissionais se organizaram e voluntariaram para conseguir manter a unidade em funcionamento, não acatando a ordem superior de encerramento, contou.
Para a responsável este é um dos casos que se passam nas unidades do Serviço Nacional de Saúde e que são sintomáticos do estado de exaustão em que se encontram os profissionais e para o qual as ordens dos médicos e dos enfermeiros têm vindo a alertar.
Manuel Lopes salientou que os serviços de saúde mental e de psiquiatria que o país tem são "muito maus", frisando que "em toda a região sul não há resposta nenhuma para a área da saúde mental". (...)
aqui
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
O Governo é que a banalizou a greve
João Luís Barreto Guimarães Mas vamos ao assunto de hoje. Os portugueses estão habituados a sofrer em silêncio. Já me tenho perguntado por que razão não saem mais vezes à rua para expressar o seu descontentamento. Como bem escreveu o extraordinário poeta inglês William Blake, "sem contrários não há progressão" e seria de esperar de um Governo honesto uma maior disponibilidade para cumprir promessas eleitorais utilizadas para enganar os eleitores que os elegeram. Há dias, o ministro da Saúde queixava-se de que os enfermeiros banalizaram a greve. Banalizaram a greve? O Governo é que a banalizou, ao ignorar com indiferença e autismo as sucessivas greves que foram sucedendo. Antigamente, uma greve "inscrevia", para usar a feliz expressão do extraordinário filósofo português José Gil. Agora, com a "não-inscrição", o Governo é inabalavelmente indiferente ao único meio que os eleitores possuíam para exprimir a sua indignação até chegarem as eleições seguintes. Hoje, o exercício democrático da greve já não colhe junto ao poder porque este tratou de banalizar essa espécie de voto de indignação. Como bem previu o extraordinário romancista britânico Óscar Wilde, "Democracia quer simplesmente dizer o desencanto do povo, pelo povo, para o povo". Se Paulo Macedo exercesse o poder por períodos de dois anos apenas, por exemplo, tenho a certeza de que a conversinha seria outra. Ora, aí está uma ideia a incluir na anunciada revisão da Lei Eleitoral: políticos à rédea curta com legislaturas de dois anos. Isso, e a possibilidade de os votos em branco elegerem cadeiras vazias, claro! Se eu estiver a dizer alguma asneira, por favor corrijam-me.
Vivemos actualmente "dias que nos insultam", como escreveu o extraordinário poeta português Alexandre O"Neill, nos quais, nas palavras do extraordinário filósofo francês Gilles Lipovetsky, "o elevador social avariou". Para a maioria dos portugueses, a "vida é uma casa em ruínas", como bem poetou a extraordinária poeta galesa Menna Elfyn, em parte porque a qualidade dos nossos governantes é péssima: se algum de nós, na sua área profissional, fosse responsável por erros da magnitude e consequências dos cometidos na Justiça e na Educação, seria liminarmente despedido. Aqui, ninguém tira consequências. Os governantes portugueses têm uma admirável apetência para se colar ao poder. Nisso, como escreveu o extraordinário poeta russo, naturalizado norte-americano, Joseph Brodsky, a "história, sem dúvida, está destinada a repetir-se".
Texto completo aqui
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Viva a justa luta dos enfermeiros!
"A esmagadora maioria dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) registou uma adesão dos enfermeiros à greve acima dos 80%, segundo dados revelados hoje pelas fontes sindicais." Acrescente-se ainda que no hospital de S.José a greve ronda os 95%. O que prova afinal que os enfermeiros não estão assim tão desmotivados para a luta, como argumentam algumas vozes... e muitos cidadãos, entrevistados pelos ditos “órgãos de informação”, não hesitaram em compreender as razões e apoiar a greve.
A greve de dois dias encontra-se no primeiro dia (24 e 25 de Setembro) e está já a mostrar que os enfermeiros estão mobilizados e desejosos de ver solucionados os seus problemas, todos eles senão criados pelo menos agravados por este governo ilegítimo, porque há muito que não possui a confiança da maioria do eleitorado, pelas medidas austeritárias levadas à prática, pelas mentiras que quotidianamente profere e pelos ataques à Constituição e às leis vigentes.
Será uma semana particularmente desagradável para o governo. Amanhã, dia 25, são os trabalhadores do Metro de Lisboa, que se opõem à concessão a privados, que entram em greve; greve contra os despedimentos e a precarização, que serão mais que certas. No dia 26, sexta-feira, serão os trabalhadores judiciais que irão entrar em greve, contra as difíceis condições de trabalho, agravadas pela reconfiguração do mapa judiciário, que tornará ainda mais difícil o acesso dos cidadãos à justiça.
Esperemos que a luta se amplie a todos os outros sectores que trabalham na saúde visto existir o mesmo tipo de situações e reivindicações a fazer. São as 35 horas semanais, é o descongelamento das carreiras, é o fim dos contratos a prazo e precários, é a contratação de trabalhadores em sectores mais carenciados. É a salvação e dignificação do SNS.
Por fim, caso o governo não ceda – este governo já mostrou que não vai lá com paninhos quentes – haverá que marcar novas formas de luta imediata, e se possíveis mais radicais, pois só desta forma o governo fascista e ilegítimo será obrigado a recuar. O ataque enviesado do ministro, que se estava a “banalizar a greve”, é um ataque reles de quem não tem argumentos e não deseja, porque nunca teve essa intenção, de cumprir com as poucas promessas que faz: a contratação de novos 700 enfermeiros, feita há dois anos, ainda está por se realizar. As reivindicações contidas no caderno apresentado pelos sindicatos não deixam de estar correctas, são as essenciais e mais sentidas pela classe dos enfermeiros, haja contudo coragem para levar a luta até ao fim, sem tergiversações e sem agendas impostas pela já iniciada campanha eleitoral.
Não há que conceder tréguas a este governo fora-da-lei que só irá governar bem quando estiver demitido. Greve geral por tempo e por vezes que forem necessárias se impõe até à sua demissão.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Só 20% dos enfermeiros têm especialidade e não são contratados como tal
Segundo o responsável, os enfermeiros especialistas são os primeiros a emigrar à procura de uma melhor situação profissional, pois recebem “condições de excelência noutros países”
Apenas 20% dos enfermeiros portugueses são especialistas e destes a maioria emigra, porque as instituições de saúde em Portugal não valorizam a formação e contratam-nos com categoria e rendimento igual aos não especializados.
A informação foi dada à Lusa pelo coordenador da Unidade de Ensino de Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa, Sérgio Deodato, a propósito do encontro de um grupo de peritos que decorre hoje para debater o futuro das especialidades de enfermagem em Portugal.
Segundo o responsável, os enfermeiros especialistas são os primeiros a emigrar à procura de uma melhor situação profissional, pois recebem “condições de excelência noutros países”.
“Não temos o número de especialistas necessário. Temos conhecimento científico e tecnológico avançado em muitas áreas, como os cuidados intensivos e a oncologia, mas depois não existem enfermeiros formados para os usar”, afirmou, acrescentando que estes meios ficam subaproveitados porque são utilizados por enfermeiros de cuidados gerais, sem especialização.
Citando dados da Ordem dos Enfermeiros, Sérgio Deodato afirmou que 80% dos enfermeiros não têm especialidade.
“Com a crise, os enfermeiros ficam com formação, com grau académico de mestre, e depois chegam às instituições de saúde e não são contratados como tal, mas como eram (cuidados gerais). O principal empregador é o Estado e as razões são económicas e financeiras. É profundamente injusto, enfermeiros a prestar cuidados especializados com a categoria e o rendimento igual ao que tinham”, considerou.
A este problema acresce outro que é o fim das dispensas no Serviço Nacional de Saúde para fazer formação.
Hoje os enfermeiros não são dispensados para fazer a especialidade, situação agravada pelo alargamento do horário de trabalho para as 40 horas semanais, que os deixa com pouco tempo livre e extremo cansaço para ainda fazerem formação.
“Se este esforço não é reconhecido posteriormente, os enfermeiros acabam por achar que não vale a pena o investimento, de tempo e financeiro”, lamentou o responsável, sublinhando que quem perde são os utentes, que têm tecnologia e conhecimento científico ao seu dispor, mas que não é utilizado por falta de profissionais especializados.
Retirado daqui
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
A destruição “criativa” do SNS
Carlos Silva
À medida que a legislatura se aproxima do fim a "política de saúde" de saúde deste (des)governo fica cada vez mais clara nos seus objetivos e propósitos. Em jeito de balanço podemos enunciar os pontos-chave da metodologia desta “governação”:
- “Sangrar” o SNS indo além da troika esgotando-o assim do lado financeiro;
- Desprestigiar o serviço público e os seus profissionais alimentando uma sórdida e paranóica campanha, contra tudo e com todos, com o objetivo de incutir na opinião pública a ideia de que a insustentabilidade do SNS é devida a quem nele trabalha;
- Bater no peito a clamar pelo SNS enquanto por ação mas, sobretudo, por omissão tudo foi feito para o destruir;
- Arrasar a máquina administrativa e técnica dos órgão de administração do sistema de saúde através de recrutamentos esotéricos e incompetentes conduzindo a uma crise de competências nunca vista e deixando os lugares de topo sem titulares de valor refugiando-se no refugo partidário;
- Fazer ilusionismo político com as promessas de reforma, as contra-reformas e as não reformas.
Então e agora afinal o que temos?
- Um flop nunca visto. (resistem 2 ou 3 acólitos (os do costume) a defender esta política ( certamente para poderem conservar as posições);
- Uma erosão das instituições sem precedentes;
- Uma profunda desmotivação e uma grande vontade de fuga dos profissionais;
Perante esta desgraça o “mercado” privado anima-se e vai-nos fazendo entrar pela porta “fantásticos” investidores de países com sistemas de saúde deploráveis em busca da “medicina comercial” profit oriented que bem conhecem e praticam há décadas.
- O achincalhamento da instituição SNS e da utilidade pública da sua missão vai abrindo as portas para o circo dos disparates. “Jornalistas” e comentaristas vão palpitando deslumbrados pelo sonho de fazer da saúde (finalmente) uma grande área de negócio;
- “Personalidades” como o Prof Daniel Bessa teorizam sobre a circunstância ora descoberta de afinal os hospitais pouco mais serem do que hotéis;
- Abrem “clínicas” a rodos nos supermercados que prometem boa saúde entre a fileira do peixe e a bancada do repolho. A mais recente (ao que parece de uma importante multinacional com sede num 3º andar de uma rua das Caldas da Rainha) implementa mesmo um conceito novo e revolucionário: consultas médicas mediadas por um enfermeiro através da televisão (não se sabe com novelas nos intervalos de espera);
- A confusão é tanta que até o ultraliberal presidente da Associação dos Hospitais Privados que tanto vinha proclamando as virtudes do mercado veio agora bastante aflito dizer que mercado sim mas sem exageros. Disse ele que é preciso ver a questão da qualidade (não sabemos se das clínicas nos supermercados, se do peixe ou dos legumes).
É isto Portugal a chegar ao final de 2014. Um grupo de irresponsáveis ignorantes e inconsequentes entreteve-se a estragar o que funcionava razoavelmente não tendo alcançado nenhum dos objetivos propagandeados.
Deixam, sem dúvida uma marca indelével muito difícil de apagar.
Em saudesa
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