Mostrar mensagens com a etiqueta Tráfico de órgãos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tráfico de órgãos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Turquia envolvida no tráfico de órgãos para Israel

 
Turquia envolvida no tráfico de órgãos para Israel

Rede ilícita e internacional de tráfico de órgãos humanos continua a operar com impunidade na atualidade!

O tráfico ilegal de órgãos se realiza internacionalmente para evitar as autoridades; e os países em guerra ou aqueles de pobreza extrema são os locais ideais para se obter a matéria-prima desse tenebroso e sádico negócio: as pessoas vivas para serem espedaçadas. Aftonbladet, um importante jornal sueco, publicou a história de Bilal Ahmed Ghanem, um palestino morto em Gaza por soldados israelenses. Uma testemunha, Donald Boström , contou que o corpo foi sequestrado por soldados israelenses e devolvido horas depois com um corte longo costurado no abdômen. Outras 20 famílias relataram para Bostrom como os corpos de seus filhos foram devolvidos ao território, sem órgãos.

O autor e professor ucraniana, Vyacheslav Gudin, afirma que há uma conspiração para importar as crianças do país e colher os seus órgãos em Tel Aviv. Descobriu-se que Israel levou 25.000 crianças dos territórios ocupados da Ucrânia entre 2007 e 2009. O Professor Gudin conta em uma conferência que se realizou uma pesquisa aprofundada e exaustiva busca e foram encontradas 15 crianças que haviam sido adotadas por centros médicos israelenses para serem usados como peças de reposição.

Em 2009, se realizaram a prisão de 44 judeus em Nova York e Jersey, incluindo vários rabinos importantes e todos eles membros das comunidades judaicas. No mesmo ano, a Interpol informou sobre um grupo judaico que sequestrou crianças na Argélia para o tráfico de órgãos. As crianças foram vendidas para israelenses e judeus americanos na cidade marroquina de Oujda para colher órgãos em Israel. Mustafa Khayatti, chefe do Comitê argelino de investigação da Saúde, afirma que as 44 prisões em Nova York e Jersey estão relacionados com o caso da Argélia.

Atualmente, o tráfico de órgãos começa na Síria , através da Turquia para terminar em Israel. O modus operandi é feito através da ELS (Exército Livre Sírio), que são responsáveis por levar os civis ou militares feridos ao hospital na Turquia - O ELS é uma formação militar financiada pelos Estados Unidos para derrubar o governo de Al-Assad- . No hospital turco Mártir Kamal, os feridos são recebidos pelo Dr. Murad Kozal um dos responsáveis por excisões de órgãos.

Retirado: daqui

Imagem aqui

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Os experimentos secretos de Israel



Médico legista israelense com um órgão de um provável paciente palestino. Este experimento seria algo ilegal e contra os direitos humanos?


Por Felipe Marques

Autoridades israelenses torturaram e mataram seus presos palestinos e acabaram por fazer experimentos científicos ilegais com os corpos desses prisioneiros mortos. Conforme foi denunciado na última quarta-feira pelo diário circulado na Jordânia Alarab Alyawm, segundo uma fonte que preferiu não mencionar seu nome por medo de represálias, um prisioneiro com nome de Wael Salim perdeu sua vida em uma dessas prisões israelenses que mantém palestinos presos, mesmo por não terem feito nada. É uma carnificina total e absoluta, sem direitos à um advogado para defendê-los e com apenas a obrigação de serem escravos dos israelenses.

O corpo que foi transferido para a capital jordaniana Amã chegou ao IML da cidade com sua língua e laringe retiradas, algumas costelas quebradas e cerca de alguns tecidos e inclusive o seu coração foi retirado do seu corpo, provavelmente para serem feitos experimentos científicos ou inclusive tráfico de órgãos, algo muito forte naquela região do planeta. Estatísticas provam que anualmente centenas de experimentos científicos são feitos com prisioneiros árabes e palestinos.

Estes experimentos foram feitos sem fazer consultas para autorização de seus pacientes, numa clara violação dos direitos humanos por parte do regime israelense. Os pacientes queixaram de serem obrigados a ter uma alimentação de péssima qualidade para servirem de cobaia para o regime, e após manifestarem doenças serem tratados de forma praticamente desumana pelo regime israelense.

Lembrando que a antropóloga israelense, Meira Weiss denunciou o roubo maciço de vários corpos de israelenses mortos nas prisões para utilizarem seus órgãos para experimentos científicos. Em seu novo livro, Weiss afirma que visitou o Instituto Abu Kabir, um laboratório de investigação forense no bairro de mesmo nome na cidade israelense de Tel Aviv onde entre 1996 e 2002 os corpos de soldados israelenses e palestinos mortos nos territórios ocupados onde aconteceria a dos corpos de judeus e mulçumanos palestinos para a extração dos órgãos de palestinos para experimentos científicos e transplantes à pedido do exercito de Israel. Estes transplantes eram feitos para os mesmos combatentes da guerra ou para pessoas que estavam na fila para a cirurgia no lado israelense ou então eram utilizados para pesquisas universitárias do mesmo lado.

Original aqui

terça-feira, 8 de julho de 2014

Tráfico de órgãos na Ucrânia é repetição do que ocorreu na Iugoslávia



Françoise Compoint

A revelação da correspondência entre Serguei Vlasenko, o antigo advogado de Yulia Tymoshenko, e uma médica alemã revelou que a Ucrânia envia para a Alemanha órgãos retirados a milicianos feridos.

Quando na mídia surgiram relatos horríveis sobre a “casa amarela”, parecia que perante os nossos olhos surgiam as imagens de um filme de terror e não a realidade sintomática do drama do Kosovo. A Iugoslávia deixou de existir. Mas ela deixou testemunhas: os prisioneiros sérvios, que pediam para serem mortos em vez de serem “cortados aos pedaços”, e os participantes dessas cirurgias, em que se “esquartejavam” pessoas na mesa de operações.

Qual será o destino dos milicianos feridos de Donetsk e de Lugansk?

Ninguém tenta condenar ninguém sem fundamentos. O que está à vista são fatos desagradáveis e graves: a correspondência do antigo advogado de Yulia Tymoshenko com a cirurgiã alemã Olga Weber e Semion Semenchenko, o comandante do batalhão Donbass, revela a horrível realidade do tráfico de órgãos que decorre agora mesmo no sudeste da Ucrânia.

Slobodan Despot, escritor e diretor da editora Xenia, um homem de origem servo-croata, conhece perfeitamente a trágica história dos sérvios do Kosovo:

“A questão do tráfico de órgãos no Kosovo foi levantada nas memórias de Carla Del Ponte, quando ela descreve o seu trabalho como procuradora do Tribunal Internacional para a antiga Iugoslávia.

Uma investigação muito mais profunda foi realizada pelo juiz e deputado suíço Dick Marty. Mais tarde ele apresentou um relatório ao Conselho Europeu. Nesse relatório ele confirma os fatos da ocorrência de tráfico de órgãos retirados a prisioneiros (que na sua maioria eram civis sérvios) por médicos às ordens do Exército de Libertação do Kosovo.

Mais tarde esses órgãos (que eram retirados em condições completamente monstruosas, por vezes sem anestesia) eram vendidos através de uma rede criminosa internacional na Turquia e noutros países. Eles eram usados para transplantes em doentes que tinham meios financeiros para os pagar.

Foi descoberto que no tráfico de órgãos estavam envolvidos altos representantes do poder, porque seria impossível organizar algo de semelhante sem atrair as atenções: o transporte dos órgãos exige uma infraestrutura desenvolvida, ações rápidas e conhecimentos médicos, e tudo isso não é fácil de encontrar. Além disso, o relatório referia a existência de uma demanda elevada, porque os órgãos eram rapidamente transportados para a Turquia e para os países da Europa Ocidental”.

É provável que na Ucrânia ocorra agora algo semelhante. Contudo, é muito mais difícil prever como poderá essa verdade, se ela realmente se confirmar, ser transmitida a um vasto auditório. Recordemos que as denúncias de Del Ponte não provocaram uma grande indignação no mundo ocidental e que o deputado Dick Marty, que fez um trabalho verdadeiramente histórico e que correu grandes riscos durante as investigações, nunca foi realmente compensado por todo o trabalho realizado.

Desta vez na Ucrânia tudo poderá esbarrar com um muro de silêncio completamente idêntico. Em primeiro lugar, isso não tem qualquer correspondência com os papéis atribuídos, de uma vez para sempre, na crise ucraniana. Em segundo lugar, não é de excluir que a existência desse tráfico de órgãos está associada aos interesses de muitas pessoas influentes no Ocidente que tudo farão para que não deixar que a verdade se saiba!

Em qualquer caso, o precedente do Kosovo existe. Ele foi documentado e todos os fatos estão à vista. Recordo que isso aconteceu quando no Kosovo era administrador-representante da ONU Bernard Kouchner, o qual tinha simplesmente a obrigação de saber o que se passava no pequeno território que se encontrava sob sua responsabilidade. Quando um jornalista lhe fez uma pergunta sobre o tráfico de órgãos, ele aconselhou-o a consultar um psiquiatra. Ou seja, o Ocidente irá negar até ao fim mesmo as provas mais evidentes de uma existência desse tráfico ilegal.

Retirado daqui