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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Vigo volta a sair às ruas pola sanidade pública

 
No país onde se fazem manifestações de rua pela defesa do SNS, um exemplo a seguir:

«A marcha reuniu mais de 200 mil pessoas.

O 3 de setembro de 2015 cerca de 200 mil persoas mobilizáronse en Vigo contra as privatizacións, os recortes, as deficiencias no Complexo Hospitalario (Alvaro Cunqueiro, Meixoeiro e Municipal) e ao abandono dos recursos de Atención Primaria. Persoal da área sanitaria, organizacións sindicais, a oposición política en pleno, colectivos en defensa da sanidade pública e un amplísimo volume de poboación de toda a comarca deuse cita nas rúas viguesas para clamar pola sanidade pública. A marcha tivo un impacto innegable. Un mes despois Alberto Núñez Feijoo destituíu a conselleira de Sanidade, Rocío Mosquera, substituída por Jesús Vázquez Almuíña, alcalde de Baiona e, polo tanto, pertencente a unha área viguesa cuxo malestar o presidente da Xunta tentaba combater.

Un ano despois a cidade olívica acolleu unha nova marcha reivindicativa, que conmemorou o aniversario da histórica manifestación e reiterou as denuncias contra as privatizacións e recortes e en defensa da sanidade pública e do rescate da xestión do novo hospital. A mobilización, na que participaron ao redor de dúas mil persoas, foi convocada pola Xunta de Persoal da área sanitaria viguesa e pola Plataforma SOS Sanidade Pública.

A manifestación partiu ás doce do mediodía do antigo Hospital Xeral e foi seguida dunha romaría con tapas, actuacións de grupos musicais e recitais de poesía, na que colaboran as asociacións de comerciantes e veciños da zona afectados polo peche do antigo hospital "e a falta de vontade por destinar os anexos I e II do mesmo a uso sanitario", sinala SOS Sanidade Pública.

Á marcha asistiron os candidatos de En Marea, PSdeG-PSOE e BNG á Presidencia da Xunta, Luís Villares, Xaquín Fernández Leiceaga e Ana Pontón, así coma a presidenta da Deputación de Pontevedra -Carmela Silva-, o alcalde de Vigo -Abel Caballero-, os responsables dos sindicatos CC.OO, CIG, SAGAP e UGT, e a presidenta da Federacion de Asociacións de Veciños Eduardo Chao de Vigo.

Luis Villares sinalou que "o PP é o partido das portas xiratorias daqueles que traballan nas multinacionais despois de ter traballado para elas" e criticou "unha privatización que supuxo peche de camas, ausencias e deficiencias de servizo, precariedade laboral, todo iso nun hospital novo e recen aberto". "A privatización non só é mala xestión, senón que é precariedade, son portas xiratorias e corrupción", engadiu.»

daqui
 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Grande resposta de massas ao apelo em defesa do sistema de saúde público galego em Vigo

 
Dezenas de milhares de pessoas saírom às ruas da maior cidade da Galiza na que já é maior manifestaçom do ano, para rejeitar claramente as privatizaçons e cortes que os governos do PP venhem dirigindo contra o sistema de saúde público na Galiza.

Umha jornada para a história das luitas populares a do dia 3 de setembro de 2015 em Vigo, pois nela decorreu umha das maiores manifestaçons dos últimos anos na Galiza, contra o Partido Popular e a sua destruiçom planificada do até há pouco exemplar sistema público de saúde galego.

Sindicatos, junta de pessoal, coletivos de afetados por doenças crónicas diversas, forças da esquerda social e política, coletivos juvenis, feministas e de todo o tipo somárom forças para demonstrar que o povo galego quer preservar o direito universal ao atendimento sanitário digno financiado com o dinheiro do povo trabalhador e de caráter público. O contrário do que o governo criminoso do PP está a aplicar sorrateiramente, cortando orçamentos, precarizando postos de trabalho, entregando a gestom a empresas privadas e convertendo a populaçom galega em clientes para a rendibilidade empresarial no setor sanitário.

Desde a construçom de hospitais, até a manutençom, a reposiçom de materiais, a reduçom de camas e outros recursos básicos, os estacionamentos com elevadíssimas tarifas nos centros médicos, o desvio para consultas privadas devido ao colapso das listas... um complexo sistema privatizador e destruidor de um direito básico está a ser aplicado de maneira implacável pola direita espanhola governante tanto na Junta da Galiza como no governo espanhol. O objetivo? incorporar progressiva e plenamente a saúde pública ao mercado capitalista, submetido à rendibilidade como princípio mercantil em maos de grandes empresas financeiras que já estám a investir no setor e constituindo um incipiente patronato empresarial que cada vez irá constituindo-se mais claramente em lobby, como tem acontecido noutros países capitalistas.

Assim foi denunciado esta quinta-feira à tardinha em Vigo, apontando diretamente em cartazes e faixas ao presidente da Junta e à conselheira da Saúde como máximos responsáveis polo desmantelamento do sistema público de saúde na Galiza. Os acontecimentos no novo Hospital Álvaro Cunqueiro de Vigo, cuja gestom foi privatizada, e que apresenta graves problemas de higiene e atendimento que já causárom infeçons e umha morte, conduzírom à reclamaçom de demissom para Rocío Mosquera, conselheira da Saúde no governo presidido por Feijó.

A mobilizaçom de pessoal sanitário, administrativo, doentes e populaçom trabalhadora em geral foi umha verdadeira afirmaçom coletiva do povo galego, se bem a continuidade dos governos reacionários bloqueiam qualquer mudança e obrigarám, sem dúvida, a incrementar a pressom popular contra o assalto capitalista ao direito universal à saúde sem negócio.

Retirado daqui